As minhas narrativas, faz-me lembrar esta sinopse.
"É essa uma das poucas vantagens da velhice: poder viajar no tempo. Não como faz a juventude com o privilégio de ansiar pelo futuro, mas ironicamente em marcha-atrás. Recebendo lições de modéstia ,deixando pelo caminho as certezas que o não eram, rindo de ter tomado a sério a palavra eternidade.
Pó Cinza e Recordações de José Rentes de Carvalho
Era uma vez...
Há muito muito tempo antes da independência de portugal, quando o Algarve ou ALGARBH ainda pertencia aos mouros, reinava Ibne-Almundim, guerreiro terrível que nunca tinha conhecido uma derrota, Ora, um dia, após uma batalha da qual saiu vencedor contra um senhor dos países do norte, surgiu, perante os prisioneiros, uma linda princesa.
Cedo, o rei apaixonou-se por essa beleza nórdica de nome Gilda. O amor foi correspondido e marcaram logo casamento. Porém, apesar das festividades e do seu amor pelo califa, a princesa ia ficando cada vez mais triste e melancólica até que um dia já não conseguiu levantar-se da cama.
Apavorado, o rei mandou chamar todos os sábios do país para que encontrassem uma cura de tão estranha doença que se tinha apoderado da sua amada, Mas nada conseguiram para melhorar a saúde da princesa. Até que um dia, um velho poeta nórdico prisioneiro do rei, em troca a sua liberdade, disse que sabia de que mal sofria a princesa.
Revelou então ao rei que a bela Gilda sofriam de nostalgia da brancura dos campos cobertos de neve do seu país natal. O rei ordenou então que plantassem junto ao palácio milhares de amendoeiras para que quando florissem cobrissem a terra de um manto branco. Ao chegar a primavera, o rei levou a princesa até à janela do terraço, que maravilhada com tão lindo espectáculo, conseguiu iludir a saudade. Recuperando a alegria de viver.
Lendas de Portugal
Esta tarte, há muitas décadas... estava na lista das favoritas!! Sempre presente numa mesa de festa... "não deixando os seus créditos por mesas alheias"
Ingredientes
275 g de açúcar
185 g de manteiga
300 g de farinha, extra-fina sem fermento
250 g de amêndoa, grande e espalmada
3 ovos
1/2 colher ( chá) de fermento em pó
Para o brilho
2 colheres de sopa bem cheias, de geleia a seu gosto
1 colher de sopa bem cheia, de vinho do Porto
Preparação
Deite na taça da batedeira, a manteiga (não substitua por margarina, o resultado final é muito inferior), o açúcar, as gemas e bater bem 7 a 8 minutos. Adiciona-se a farinha com o fermento e as claras em castelo.
Verter a massa para a forma e alise bem. Comece a colocar as amêndoas sobre a massa a partir da extremidade. A base mais larga da amêndoa, gosto de a colocar para o lado de fora (como se vê nas imagens). As menores pode reserva-las para o centro. Terminando leve de imediato ao forno.
Forma com 32 cm de diâmetro, muito bem untada e polvilhada. Forno pré-aquecido a 170ºC, por 25 a 30 minutos. Mas tudo depende do seu forno. Entretanto leve ao lume um pequeno recipiente com a geleia e o vinho do porto, em lume brando deixe ferver uns segundos.
Quando retirar a tarte do forno pincele de imediato com o preparado aquecido.
Nota
É também com esta receita que vou participar no passatempo do blog "Cozinha sem Segredos". A um produto Açoriano.
A manteiga Loreto que ocupa um lugar na nossa mesa à muito tempo, é suave e de paladar distinto.
275 g de açúcar
185 g de manteiga
300 g de farinha, extra-fina sem fermento
250 g de amêndoa, grande e espalmada
3 ovos
1/2 colher ( chá) de fermento em pó
Para o brilho
2 colheres de sopa bem cheias, de geleia a seu gosto
1 colher de sopa bem cheia, de vinho do Porto
Preparação
Verter a massa para a forma e alise bem. Comece a colocar as amêndoas sobre a massa a partir da extremidade. A base mais larga da amêndoa, gosto de a colocar para o lado de fora (como se vê nas imagens). As menores pode reserva-las para o centro. Terminando leve de imediato ao forno.
Forma com 32 cm de diâmetro, muito bem untada e polvilhada. Forno pré-aquecido a 170ºC, por 25 a 30 minutos. Mas tudo depende do seu forno. Entretanto leve ao lume um pequeno recipiente com a geleia e o vinho do porto, em lume brando deixe ferver uns segundos.
Quando retirar a tarte do forno pincele de imediato com o preparado aquecido.
Nota
- Não substitua a manteiga por margarina, o resultado final é muito inferior.
- Compre as amêndoas com a casca e descasque, ou compre já descascadas mas que não sejam torradas
É também com esta receita que vou participar no passatempo do blog "Cozinha sem Segredos". A um produto Açoriano.
A manteiga Loreto que ocupa um lugar na nossa mesa à muito tempo, é suave e de paladar distinto.






