16 de junho de 2017

Pudim de pão... e lembranças de adolescente


A minha tia todos os domingos fazia uma sobremesa. Coisas simples que hoje recordo com saudade... dos sabores e dos tempos idos.Uma das minhas preferidas era "o pudim de pão". 





Quando era adolescente... Tínhamos poucas opções de escolha, já foi há cinco décadas, mas não esqueci.
Imaginam... em que ano surgiram os primeiros computadores portáteis... e os telemóveis... já para não citar toda a gama destes artigos existentes no  mercado. 
...A primeira televisão nasceu em portugal, em Março de 1957!!
Mas não ficava-mos sem fazer nada... 
As nossas brincadeiras eram quase sempre em grupo...  fazia-mos  boas amizades, e guardava-mos ainda, melhores recordações.
Não é só a tecnologia que distrai... antes pelo contrario, as pessoas isolam-se e num mundo à parte. 
Passei a minha adolescência em Lourenço Marques (Maputo). Ainda recordo os aromas das acácias quando se cobriam de belas flores. Assim como também, o forte aroma das pêras goiabas ao fim da tarde, convidando a trepar à árvore... gostava também, do cânhamo que caia da árvore maduro e convidativo. 
Tinha-mos no quintal uma amoreira enorme. Oferecia-nos as belas folhas para os bichos da seda (guardados na caixa dos sapatos). E belos troncos para nos baloiçar-mos e ver quem subia e descia mais rápido.
Três vezes por semana, ia com uma amiguinha a um clube  que se chamava, Velhos Colonos.Tinha uma grande piscina que durante hora e meia fazia as nossas delicias. Nadava-mos, saltava-mos de uma prancha de 4 metros de altura, mergulhava-mos... 




A minha tia todos os domingos fazia uma sobremesa. Coisas simples que hoje recordo com saudade... dos sabores e dos tempos idos.
Uma das minhas preferidas era "o pudim de pão". A única diferença era na qualidade do pão, mas para não se desmanchar ao partir, usei um pouco a varinha mágica.




Fiz exactamente como a tia fazia. O pudim não era cozido no forno, mas no bico ou disco do fogão, numa panela e em banho maria. Como gostava de a ver preparar tudo em pormenor... e também gostava... de saborear... o restinho que ficava no cálice do vinho do porto !!!




Ingredientes:

120g de pão
160g de açúcar
400ml de leite
4 Ovos
1 limão pequeno em raspa~
1 cálice de vinho do porto (usei 50ml)
50g de passas, sultanas ou corintos
5 colheres de sopa de açúcar, para o caramelo da forma


Preparação:
Caramelize o açúcar na forma ou use de compra.

Parte o pão em pequenos pedaços e junte ao leite. Leve a lume brando mexendo até estar bem embebido no leite. Adicione o açúcar e mexa bem. Junte os ovos ligeiramente batidos a raspa do limão e misture tudo muito bem. Se preferir uma textura lisa, use um pouco a varinha mágica. Por fim adicione o vinho do porto envolva  e deite na forma.
Pode colocar no forno em banho maria, mas tapado. Na placa e no numero 3 demorou 35 minutos. Faça o teste do palito. Deixe amornar um pouco e só depois desenforme 










11 de junho de 2017

Bolo com Crumble de Noz... e uma Infusão de Salsa






Finalizo a minha trilogia do Ramalhete da Salsa... com uma aromática Infusão de Salsa... e um irresistível, Crumble de Noz e Canela.





Sou fã.... de infusões e tisanas. Utilizo com mais frequência as plantas secas e gosto de ser eu a poder recolher e e seca-las. Assim, escolho e sei o que procurar, livre de qualquer tratamento ou pesticidas.
Mas também, as minhas escolhas são pouco abrangentes. Não me aventuro com plantas que desconheço, e quanto a novas experiências; só depois de saber um pouco sobre as suas carateristicas e propriedades. 

Quando bebemos qualquer infusão, normalmente espera-se se  algum benefício. As reacções podem ser diversas, todavia ainda surgem obstáculos que limitam conhecimentos necessários para um melhor aproveitamento das plantas medicinais.

Não me considero uma defensora das medicinas alternativas. Porém, em portugal a procura por parte dos cidadãos de terapias naturais intensificou-se nos últimos anos. Estando a ponderar-se na elaboração de uma lei que enquadre as atividades das medicinas alternativas, bem como do exercício dos seus profissionais.

A ciência não é uma ilusão, mas seria uma ilusão acreditar
que poderemos encontrar noutro lugar o que ela não nos pode dar

Sigmund Freud







A infusão da Salsa bebo-a em várias situações: após as refeições... de manha em jejum... morna e sem açúcar quando tenho muita sede. 
Mas também acompanhou na perfeição este delicioso bolo. Que me surpreendeu pelo sua textura húmida  e pelos aromas da noz e canela do crumble.

A minha filha gosta muito de bolos com crumble; e gosta muito se nozes... quando vi este bolo na no blog Prata da casa... não resisti ao crumble.

Fiz algumas alterações, mas deixo aqui o original... Prata da Casa.
- Forno pré-aquecido a 180ºC. 
- Forma de 20 cm, untada e com o fundo forrado com papel vegetal também untado.




Ingredientes para o Crumble:

100 g de açúcar mascavado claro
60g de farinha de arroz
1 colher de chá de canela
70 g de manteiga gelada
1 chávena de nozes grosseiramente picadas

Preparar:

Misturar os secos,  juntar a manteiga fria em pedaços e trabalhar a mistura com  ponta dos dedos para distribuir a manteiga formando uma massa  granulosa.

Ingredientes para o Bolo:

125g de manteiga 
170g de açúcar
3 ovos
210g de farinha de trigo
80g de farinha de arroz
1 colher de chá de bicarbonato de sódio 
1 colher de chá de fermento em pó
1 pacote de nata Parmalate sem lactose 
1/2 chávena de sultana dourda (não coloquei)

Preparação:

Bata a manteiga com o açúcar até ligar bem e acrescente os ovos um de cada vez. Batendo bem entre cada adição. Adicione os ingredientes secos e bata mais 1 minuto. Junte a nata e as sultanas. 
Vase na forma preparada e cubra com o Crumble.












A trilogia do Ramalhete da Salsa consta de mais estes dois post.

Molho Pesto de Salsa com Especiarias

Costelinha ao Molho Pesto de Salsa 



6 de junho de 2017

Costelinha ao Molho Pesto de Salsa





A costelinha é presença com alguma regularidade cá em casa, e gosto de a preparar de modo diverso. Mas hoje, a escolha foi um estufado... para melhor saborear o Pesto de Salsa. Este tempero é um dos nossos preferidos. E para caramelizar um pouco... finalizei com uns minutos no gril do forno.




É sem duvida... um tempero excelente !!  
Com uma ligação de sabores algo exótica que resulta na perfeição. Ainda não o tinha usado assim na costelinha estufada, mas foi um sucesso... e para repetir. 




Ingredientes:

2 costelinhas de 500 a 600g cada
1 dente de alho grande
1 dl de azeite
1 cebola média
5 a 6 folhas de louro
2 pés grandes salsa
1 limão
2 colheres de sopa, bem cheias, de pesto de salsa
Sal
1 cenoura grande
1 courgette grande

Preparação:

Devido a estas costelas terem pouca quantidade de carne e da forma como possam ser cozinhadas, a carne pode tornar-se seca. Assim, optando por este género de preparação, obtenho uma carne bem suculenta.




Há que limpar todo o excesso de gorduras e salpicar a carne com um pouco de sumo de limão por alguns minutos.




Para que os tempero gordos, adiram bem à carne que se vai temperar, esta deve estar seca. Com papel de cozinha, se resultar, ou seca-se a peça com um pano  cozinha.

Como usei pouca quantidade de especiarias no molho (assim daria para todos os gostos) salpiquei a carne com um pouco de canela e de caril. Pincelei bem, toda a carne com o tempero e no final salpiquei ainda com um pouco de sal. Deixei repousar no frio, mais ou menos 45 minutos, e à temperatura ambiente mais 15 minutos.




Deita-se o azeite na panela (usei a de pressão) e aloura-se um alho grande esmagado e com casca, e coloca-se a carne para selar (consiste em alourar bem cada lado da carne, para que os sucos fiquem retidos durante o cozimento, e assim a carne, ficar mais suculenta. Esta operação deve ser feita em altas temperaturas, mas eu faço-o com temperatura média). 




Retire a carne e o alho queimado. Branqueie uma cebola cortada em rodelas, coloque um pouco de sal, o louro, a salsa e uma colher de chá,  cheia, de Pesto de Salsa dissolvido me pouco mais de 50ml de água.
Coloque a carne na panela, e sobre cada pedaço de carne uma rodela de limão. Após a panela ter atingido o máximo da pressão reduzi para o numero 4 da placa vitrocerâmica e deixei cozer por 20 minutos. Após esse tempo retirei do disco quente e deixei que a restante pressão completasse a cozedura. Os tempos de cozimento das panelas de pressão podem variar, para tal, deve estar atento, se a usar. 




Se gostar, pode pincelar com o tempero da salsa e levar ao gril do forno por alguns minutos. Retire, deixe a carne repousar 5 minutos, pincele depois com um pouco de tempero da salsa e deite também um pouco redução balsâmica sobre a carne. 

Acompanhei com noodles de courgette e cenoura.




Esta é marca de caril que uso. É um pouco picante, mas muito rico em aromas.





4 de junho de 2017

Pesto de Salsa com Especiarias... {o meu tempero}


É um molho... um tempero... e que vai proporcionar um excelente sabor !!





Vamos ver então... de que consta o segundo tema da trilogia...  "O Ramalhete de Salsa"

É um molho... um tempero... Não é único em seu género, mas foi uma descoberta original e que muito me agradou.
Existem molhos carateristicos de certas regiões e países, e alguns, até mesmo incomparáveis.

Tendo estes dois molhos, como uma boa referencia e dos quais gosto muito.. o molho Pesto de manjericão e o molho Chimichurri...  queria experimentar fazer: um novo molho - o meu tempero. Com salsa... mas também com especiarias...  e talvez algo mais...
Por norma, tento memorizar nas minhas papilas gustativas :D os aromas das especiarias e ervas aromáticas, e, quando preciso... não estão à mão... mas quase.

Pensei e repensei...
Primeiro a Salsa
Seguido de um bom gole de azeite
Veio um dentinho de alho
E ainda umas pedrinhas de sal

E agora o principal
que lhe daria alma e corpo
...A canela e o caril
Mas ainda não  completo
Sem algo agridoce...

Uma redução balsâmica
Talvez...
Provei e logo gostei
E assim o batizei...

O meu Pesto de Salsa... o meu tempero !!


Substituindo o  "Manjerico"... Só faltaram mesmo as quadras para se assemelhar ao S. João. (He he)




O molho preparado com folhas de manjericão, alho, pinhão azeite e queijo, não detém a exclusividade do nome... "Molho Pesto". (Aliás, a palavra pesto vem de pestare que significa esmagar, triturar... em italiano) que é o ideal para o preparar.
...Usar um liquidificador seria uma heresia gastronómica. Também é verdade, mas nem sempre possuímos um almofariz que possa realizar esse trabalho na perfeição, e ainda, temos outro fator, que nos moldes da vida atual, se torna soberano. O tempo.
Mas o molho pesto continua a chamar-se de molho pesto... mesmo sendo preparado, num processador de alimentos.




O Pesto de Salsa é ótimo para temperar peças de carne para assar no forno. Fica também excelente num estufado de frango, borrego ou peru. Pessoalmente, considero-o na sua máxima intensidade, quando utilizado em cru. Em carne grelhada... numa pasta simples de queijo... numa salada de arroz com legumes... e até onde nos levar o nosso gosto e imaginação...

A quantidade de especiarias  e redução balsâmica, pode ser alterada mediante o gosto pessoal de cada pessoa.


Ingredientes:

200 gr de salsa
1 dente de alho grande ou 2 pequenos
1 colher de café de caril
1 colher de café de canela
1 colher de chá, cheia, de redução balsâmica
200 ml de bom azeite, extra virgem
Sal a gosto

Preparação

Colocar no copo do processador ou da varinha mágica, a salsa cortada em pedaços, incluindo parte do pé e os restantes ingredientes, menos o sal. 
Triture bem, mas só até se formar uma pasta homogénea. Em demasia pode alterar a consistência do molho.
Tempere de sal. 
Pode ainda, retificar as quantidades de tempero que considere adequado.

Guarde o Pesto de Salsa num frasco que vede bem. Cubra toda a pasta triturada com azeite, e guarde no frigorífico, na zona mais fria. Quando retirar molho, utilize uma colher seca e limpa.








26 de maio de 2017

Salsa... na Grécia antiga era tida como símbolo de força


... Salsa... erva aromática... {e outras propriedades}


Este ramalhete de Salsa...





Foi a consequência de ter pedido ao meu marido um raminho... de salsa!!
Que assim mesmo, repetiu o pedido no mercadinho... mas... e que lhe trouxeram aquela enorme porção e da qual lhe teceram os melhores elogios... ficou indeciso, mas como sabe que gasto muita salsa e esta era de proveniência merecida... não se fez rogado e trouxe então esta enorme porção de Salsa.
Quando o retirei da cesta o seu aroma único e intenso perfumou a cozinha. Não pensei duas vezes e comecei a preparar as fotografias. A hora do dia já não era a melhor, (tirei no terraço) mas com sorte poderia resultar. O mais complicado foi encontrar os recipientes que pretendia, dado que ainda tenho caixotes por abrir.

Daqui e dali... lá compus a mesa... do ramalhete.

E começo assim, esta trilogia... com o mais básico na utilização da Salsa. 


Como uso e abuso... de Salsa... decidi que iria fazer três publicações com dicas e receitas sobre a Salsa. Uma das plantas  mais comuns e um aliado insubstituível nas nossas receitas. Na culinária encontra-se classificada com erva aromática, mas as suas propriedades... vão além desse aroma inconfundível, podendo também ser usada de maneira medicinal.

Salsa, é uma planta que tem a sua origem na bacia mediterrânea da Europa, e conhecida principalmente como erva aromática. O seu nome cientifico tem origem na palavra grega (petro selinum) que significa (aipo das pedras) pela aparente semelhança ao aipo. Pelos gregos, sempre lhe forem atribuídas também, propriedades medicinais. 

Quantas vezes, passamos uma vida sem conhecer bem o que usamos no dia a dia. Nestes últimos tempos e em nosso benefício,  somos "bombardeados" com informação, que, alem do mais nos chega a  confundir, dado que, por vezes existem vozes discordantes.

Mas, se seguirmos o curioso dito popular: no meio é que está a virtude... doseamos porções e chegamos lá... Mas agora a sério... Toda a informação que queiramos recolher poderá ser de muita utilidade.

Ainda antes da "era" Google, numa estação televisiva e naqueles programas matinais em que semanalmente a presença de um médico falava sobre várias temas. A Salsa entre outros, foi um dos escolhidos e muito recomendada, para bem da saúde: -Deveria e diariamente, colocar-se na mesa para acompanhar a refeição, salsa e cebola crua, picadas.

Claro está, que não vou aqui enumerar as suas propriedades; para tal, existem os sites da especialidade. Tão somente, lembrarei um pouco do mais básico.

 A Salsa é rica em:

-Vitaminas A, B1, B2, C e D. Isto se consumida crua, já que o cozimento elimina parte dos seus        componentes vitamínicos.

- Contém minerais tais como, cálcio, ferro, fósforo, e enxofre.

- Rica também em antioxidantes que protegem as células do envelhecimento.

- Possui ainda: grandes propriedades estimulantes da digestão. (confirmo pessoalmente)

Uma das formas adequadas de consumir a Salsa é fresca, já que, congelada ou seca pode haver perda das sua propriedades curativas e nutricionais.

A Salsa pode ser consumida crua em saladas, junto com diferentes verduras ou batidos com frutas.
Não esquecendo também que é um dos ingredientes do "ramo de cheiro". 

Na pesquisa que fiz para este resumo encontrei também, contra indicações x interações medicamentosas. Que serão de todo, aconselháveis verificar.

O nosso primeiro tema é muito simples, mas um bom aliado há nossa mesa.




A comodidade de ter esta planta aromática sempre pronta a ser utilizada. Guardada num bom recipiente de conservação (quadrado) pode permanecer por quase uma semana em perfeito estado. No frigorífico, deve reservar-lhe o local mais frio.




Esta tábua é quase uma relíquia. 


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Com uma faca afiada e a Salsa bem seca, o corte fica perfeito. Não esmaga a planta deixa-a apenas laminada.


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Após o corte, imerge-se na água e deixa-se repousar uns minutos. Com as mãos transfiro-a para o passador e só depois a lavo em água corrente, evitando assim que algum grão de areia fique retido no passador.




Verte-se então para o passador a mistura da salsa com a água e espreme-se muito, muito bem. De seguida espalha-se sobre outro pano.




....e deixa-se secar.




Assim que estiver seca acondicione em recipiente (quadrado) fechado, e guarde na zona mais fria do frigorífico.




Para salpicar a Salsa sobre os pratos prontos, assim seca e solta obterá o aspeto desejado. Estando húmida, cola aos dedos e cai onde não se quer.


Muito breve a segunda publicação.... Surpresa !!!!

23 de maio de 2017

Semifrio de Morango {para o dia da Mãe}



Esta  simples sobremesa... Semifrio de Morango. Foi a escolhida pelas mães cá de casa !!




Decerto sabem... como é aquelas datas que que não queremos e podemos esquecer, mas, que em dado momento se tornam difíceis de recordar... Este ano, já não fui filha, só mãe... e de dois filhos maravilhosos que são o meu orgulho. Apesar, de um se encontrar muito longe, mas já com família :)

Quem me conhece; sabe que já sou uma avó... e há dezassete anos... estou entradota na idade!!! Mas continuo a gostar muito de viver, mesmo que que a nostalgia por vezes bata à porta, se intrometa, e me torno mais sensível. E aí... tiro uns instantes para algumas reflexões (mas não recuo muito, dá azar!! :). 

Antipatizo com rotinas, (e já o referi várias vezes) regra geral às que posso contornar. Acho que se ganha  em motivação e bom humor... 
No decorrer da nossa vida, sobram... muitas vezes obstáculos, que mediante a sua importância nos obrigam a desgastes emocionais imagináveis, e que, pensaríamos não saber ultrapassar. Já me surgiram... muito difíceis... e pude ultrapassá-los!! Gosto de uma boa luta...

...Vão caindo algumas penas pelo caminho... os voos podem ser mais lentos, mas há sempre metas que se podem alcançar. 

Deste meu jeito de escrita simples... estes foram uns instantes de reflexão...

E assim vos deixo... com esta singela homenagem !!

Com tres letrinhas apenas
Se escreve a palavra mãe
É das palavras pequenas
A maior que o mundo tem



Ingredientes:

2  pacotes de gelatina de morango (aconselho a royal)
2  pacotes de natas (usei parmalat sem lactose)* 
1  lata de leite condensado (usei  nestlé)
6  folhas de gelatina branca
250g de bolacha maria* 
130g de margarina vegetal (usei becel) ou manteiga
Morangos




Preparação:

Pique ou triture a bolacha. Junte a manteiga derretida e amasse a mistura. Coloque no prato de servir um aro para semifrios e forre o fundo com o preparado da bolacha, reserve no frio. Prepare uma gelatina conforme as indicações da embalagem, mas apenas com metade da quantidade de água que é indicada.
Demolhe 4 folhas de gelatina partida em pedaços, numa tigela com 2 colheres de sopa de água fria e junte à gelatina. Deixe arrefecer.
Entretanto bata as natas bem firmes e junte o leite condensado. Misture a gelatina (que deve estar fria mas não solidificada) ao preparado das natas e envolva cuidadosamente.
Coloque este preparado por cima da base da bolacha e leve ao frigorífico para solidificar. É imprescindível que permaneça no frio, 12 horas no mínimo.
Prepare a outra gelatina tal como a primeira, mas com 2 folhas de gelatina e deixe arrefecer. Após ter solidificado faça a decoração com os morangos. 

*


Deite cuidadosamente, a gelatina preparada por cima dos morangos. Leve novamente ao frio para solidificar.


*

Parece desmesuradamente a quantidade de base de bolacha... mas foi a pedido de várias vozes...
Aliás, a receita não especifica a quantidade.










E termino com uma dica que nestes casos... "faz toda a diferença"




*Antes de colocar os morangos deite duas a tres colheres de sopa da gelatina que preparou. Assim que se espalhar coloque de imediato a decoração pretendida antes que a gelatina solidifique (como o creme está frio a gelatina tende a solidificar rapidamente. Pois esse é o objétivo pretendido mas depois de colocar a fruta. Espere alguns minutos até a fruta estar completamente colada, caso contrário, ao colocar a restante gelatina tudo ficará a boiar na gelatina. E como demonstrado na fotografia a gelatina não estava totalmente presa. Mesmo que tenha o maior cuidado ao acrescentar a restante gelatina.

*A minha escolha de natas, para doces frios, sempre foi a Nata fresca, Longa Vida, a textura e sabor são incompatíveis. Mas, como ganhei... intolerância :(  à lactose, recorro à Parmalat que também satisfaz



Deram-me a receita sem os indicações necessárias da fonte. Só tenho a referência dum nome: é uma receita da Nani. Para ela o meu obrigada. É uma receita excelente, mas bem fresquinha. Boa de preparar e pouco doce.