10 de abril de 2017

Bolo Delícia de Coco...


      {sem lactose}




Com o decorrer dos anos vamos modificando nossos hábitos. Perdem-se uns... ganham-se outros... e há ainda... os adquiridos!!! 
A estes classifico de "gulodice" e sinónimo: da nossa antiguidade... - é verdade: eu não era gulosa nem o marido, e agora, sentimos-nos carentes sem bolo para a sobremesa. O que aconteceu hoje ao almoço. 
Esta foi uma das receitas que me despertou a atenção assim que li, e é claro que guardei para experimentar. Melhor escolha para um bolo deste género, seria difícil, e como diz o titulo... é uma Delícia... e veio desta cozinha... que muito admiro. 
Foi uma publicação completamente improvisada...  na hora do lanche !!! 






Esta fatia ainda morna foi saboreada ao lanche. Todas as caraterísticas enumeradas (humidade maciez e aroma suave a coco e limão) encontravam-se  também aqui... nesta segunda fatia !!! 






Ingredientes:

4 ovos médios (classe M)
250 g de farinha de trigo
1 colher de chá fermento para bolos
200 g de açúcar amarelo
Raspa fina da casca de 1/2 limão
50 g de coco ralado
50 g de queijo ralado (não usei,só tinha queijo creme sem lactose )
200 ml de leite de coco
200 ml de leite (usei sem lactose)
50 g de margarina amolecida
Coco ralado q.b. para polvilhar (opcional)
1 pouco de geleia para aplicar na superfície (usei geleia da compota de cereja)
Margarina e farinha q.b. para untar a forma

Preparação

Unte uma forma de chaminé com margarina e polvilhe com farinha. Reserve.
Ligue o forno nos 190ºC.
Misture dentro dum recipiente o açúcar, coco, o queijo, a raspa do limão e a farinha peneirada com o fermento. Abra uma cavidade no centro.
À parte bata os ovos com o leite, o leite de coco e a margarina. Verta para dentro da mistura dos ingredientes secos. Bata até obter um preparado homogéneo. Transfira para a forma e leve ao forno a cozer cerca de 35 minutos, dependendo dos fornos. Vá vigiando para que não fique com o miolo seco. Faça o teste do palito.
Retire do forno, desenforme e ainda quente, pincele ligeiramente a superfície do bolo com a geleia, (amornei-a). Finalize polvilhando com coco ralado. Deixe arrefecer e fatie depois de frio. ( quando cortei ainda estava morno...).
Como não polvilhei com coco e após pincelar com a geleia também quente, decorei com as cerejas da compota.





Obrigada Dulce, pela deliciosa partilha!




21 de março de 2017

Massa Folhada... e uma Tarte de Frango e Míscaros




Contasse...

Que a Massa Folhada... terá tido a sua origem numa demonstração de afeto !!

Glaude Gellée, conhecido também como o famoso pintor Lorrain (século XVII), quis alegrar seu pai que estava doente: pegou num pedaço grande de pão e barrou o centro com uma quantidade generosa de manteiga, ignorando assim as recomendações dos seus chefes que afirmavam que a manteiga escorreria da massa, durante o cozimento.
Grande foi a surpresa  de todos, quando ele retirou do forno uma enorme bola de massa, toda folhada, tão saborosa que seu pai pediu mais. 

Com o decorrer dos anos o aperfeiçoamento da Massa Folhada foi constante.

Presentemente podemos saborear inúmeros doces e salgados feitos com esta massa. Desde a sua versatilidade à forma prática de se manusear, proporciona variadíssimas elaborações. É só ser criativo, e estar abastecido da massa congelada... como eu faço.
Ainda não me predispus a prepará-la, e não é pelo trabalho, porque tem outras massas tão trabalhosas ou mais (assim como a massa tenra), e eu adoro trabalha-las. Talvez quando me decidir a faze-lo, não mais queira usar, a Massa Folhada congelada.




Com as ofertas que surgem deste artigo, assim como  a Massa Folhada Fresca, as variantes são mais que muitas e simplificam-do as elaborações, permitem a criatividade. Em receitas de raiz ou  aproveitamentos.


Ingredientes

2 embalagem de Massa Folhada fresca, circular
100g de alho francês (só a parte branca) 
150g de peito de frango desfiado (cozido ou assado)
200g de miscaros
50g de manteiga 
50ml de azeite
1 chavena mal cheia de bechamel
3 dentes de alho, grandes e picados
pimenta preta de moinho
sal
1 colher de café rasa de tomilho (opcional)    
1 ovo, para pincelar  

Preparação

- Pre-aquecer o forno a 200ºC
- Laminar o alho francês em argolas com 2cm de largura.
- Desfiar o frango.
- "desfiar com as mãos" os míscaros em pedaços não muito pequenos.
- Na sertã deite a manteiga, o azeite o alho e deixe fritar uns segundos, branqueie o alho francês e adicione os miscaros envolvendo bem nas gorduras. Junte o frango e tempere com a pimenta e o tomilho e envolva, prove de sal e acrescente se necessário. Fervilhar em lume médio alguns minutos e deite o bechamel. Se houver muito liquido na sertã, coe a mistura. Assim a massa folhada, ficará mais seca e crocante. 
- Esta preparação não requer muita cozedura, pois iria prejudicar as texturas e sabores dos tres principais ingredientes, Míscaro, frango e alho francês
- Coloque em recipiente para arrefecer. 
- Manter a massa folhada no frio até usar.
- Forre a tarteira com a massa, mas deixando o papel vegetal. Encha com a preparação arrefecida, e tape com a a 2ª base de massa, mas tendo o cuidado, de deixar espaço nas beiras e para que possa juntar bem a massa, da base e da tampa. 
Com o cabo duma colher de pau faça um orifício para que o vapor do recheio possa sair sem dificuldade.
Pincele com a gema de ovo. Se estiver a preparar esta tarte no inverno pode levar de imediato ao forno. Se for no verão, aconselho que a arrefeça por 30 minutos.  
Leve ao forno por 20 minutos, após este tempo pode seguir as instruções das notas. Há ainda a considerar a temperatura de cada forno.




Notas:
Para que a Massa Folhada se possa trabalhar bem, deve prepara-la em temperatura moderada. Refresque a bancada se for necessário. O recheio deve estar frio quando o for usar. E deve também colocar a (ou) as peças no frio antes de irem para o forno. A temperatura do forno varia consoante o tamanho da peça. Após o folhado ter atingido o aspeto de cozido (em cor e altura) reduza a temperatura para 150ºC por 15 minutos, deixando que o interior coza e a massa ganhe consistência. 




Pode ainda verificar outras massa, aqui
Conselhos e duvidas... é só perguntar !!




14 de março de 2017

Bolo de Iogurte {sem Lactose}





Cá em casa gostamos muito deste bolo. Faço-o com alguma frequência, mas após constatar a minha intolerância à lactose, agora só utilizo iogurte sem lactose.   
E hoje apeteceu-me, Bolo de Iogurte... se bem pensei logo pus mãos à obra, e como ainda tinha em casa iogurte sem lactose, em três tempos o bolo saía do forno.
E assim, fui ao blog buscar a receita...  que já estava publicado à três anos, mas com iogurte normal. 
Não deixem de ver a outra receita, está mais elaborada e mais tentadora.






É fácil de preparar, tem ótimo paladar e não é nada seco, e ainda a vantagem de poder beneficiar-se de vários aromas. Guardado em caixa própria para bolos, conserva-se muito bem e por vários dias.

Ingredientes

- 1 Iogurte sem lactose
- 240 g de açúcar
- 250 de farinha Espiga
- 100 g de óleo
- 5 ovos
- 10 g de fermento em pó (2 colheres de chá) 
- Uma pitada de baunilha
- 1 colher de chá de raspa de limão

Preparação

- Pré-aqueça o forno a 160ºC 
- Bata o açúcar com o iogurte, e, sem parar de bater adicione as gemas uma de cada vez, depois o óleo e por fim a baunilha e a farinha peneirada com o fermento, bata toda a mistura 5 minutos. 
- Bata as claras com o açúcar, em castelo muito firme e envolva na massa.
- Forma muito bem untada e polvilhada de farinha. Tempo de cozedura entre 30 a 40 minutos, consoante o forno.                                                                                                                                                                         
                                                                                                                               
                                                                                                                                                                             


Continuação de boa semana !!

20 de fevereiro de 2017

Bolo Especial... de Maçãs e Nozes





Bolos assim, com maçã e nozes, são os meus preferidos. Este bolo, tive o privilégio de o provar em casa de uma amiga que conhecendo os meus gostos e tendo como aliado, as especiais maçãs do quintal, "com bicho",  preparou este bolo tão especial.
Claro que o "bicho" não entra na lista de ingredientes, aliás, ele quase nunca está na maçã. Só resta mesmo, o buraco.
Maçã como "bicho" não é variedade... é sinónimo de: qualidade, aroma, sabor e... maçã "biológica"!! 
E por maçã "biológica" entenda-se... "maçã de agricultura biológica !! 
É que a maçã biológica cheira e sabe... a maçã, e não a eventuais produtos que sejam aplicados.
Quem já provou uma destas maçãs acabadinhas de colher da árvore... não vai esquecer.




E foi assim que trouxe estas maçãs pequenas e bichadas para casa e fiz o bolo que tanto gostara. A cozinha ficou perfumada, o bolo uma delícia, mas as fotos... ficaram péssimas. 
Mas como o sabor também conta...
Vamos lá à receita !!

Ingredientes

Para as maçãs
- 4 maçãs grandes, ou, 6 pequenas
- 100g de açúcar
- 1 colher de chá (ou sopa) de canela

Para a massa do bolo
- 4 ovos
- 380 g de açúcar
- 280 g de farinha
- 100 g de nozes, picadas a gosto
- 200 ml de óleo
- 12 g de fermento em pó, ou, 1 colher de sopa
- 1 colher de chá de sal
- 50 ml de sumo de laranja

Preparação

Aqueça o forno a 180ºC. Forma untada e polvilhada com farinha.
- Descasque as maçãs e corte em pedaços de 3cm. Misture o açúcar, a canela e reserve.
Numa tigela grande misture a farinha, o fermento e o sal. Em outra tigela, bata o óleo com o açúcar e o sumo de laranja e os ovos
- Adicione esta mistura liquida à mistura da farinha e envolva suavemente para que todos os ingredientes fiquem bem incorporados.
- Deite metade da massa na forma preparada. Espalhe metade das maçãs sobre a massa. Deite a massa restante sobre maçãs, e finalize com as restantes maçãs e nozes.
- Leve ao forno por 45 minutos, no mínimo. Verifique com o palito se está cozido.
Se considerar que a temperatura do seu forno não não é muito forte, poderá levar mais tempo.

- Deixe arrefecer o bolo completamente antes de o cortar.





Não deixem de experimentar... é muito fácil e também uma delícia !!!

25 de janeiro de 2017

Risotto de Míscaros





Risoto, verdadeira riqueza da gastronomia italiana que se tem mantido fiel à sua tradição. E foi com este grão, o arroz, que começou a história de um dos pratos mais marcantes desta cozinha. Não somente por ser de fácil preparação, mas também por utilizar os ingredientes do dia a dia, além das imensas variantes de preparação.
O risotto surgiu no norte de  Itália, e foi em Milão, a capita da Lombardia, no norte, que teve origem o emblemático risotto milanês (com açafrão).
O arroz típico do risotto é de grão mais gordinho, que com maior quantidade de amido faz com que o risotto ganhe a sua cremosidade característica. Os arrozes arborio, carnalori e vialone são especialmente adequados para a essa confecção, sendo essencial estar atento para três pontos: a cremosidade, a consistência do grão e se eles se mantêm inteiros sem quebrar.
A história diz-nos que o risotto nasceu durante o século XI, no norte, mas com um grão trazido pelos sarracenos (forma como os cristãos na época medieval designavam os árabes e muçulmanos) que dominavam o sul de Itália.




Como em qualquer receita a qualidade dos ingrediente faz toda a diferença. A aqui, a escolha do vinho, do queijo e do caldo para a cozedura do arroz são da máxima importância. Querendo substituir o vinho branco, por espumante, este ganhará em sabor.

Ingredientes

- 180 g de arroz  (1 chávena) 
- 300 g de míscaros
- 90 ml de vinho branco (a quantidade do vinho deverá ser metade da do arroz)
- 1 cebola picada (média)
- 5 a 6  colheres de azeite
- 70g de manteiga 
- 800 ml de caldo de galinha
- 30 g de queijo parmesão
- 100 g de de miolo de noz
- Sal  
- Tomilho

Preparação


Aqueça o caldo e mantenha-o quente. Refogue a cebola com uma pitada de sal até branquear. A partir deste momento a receita requer toda a sua atenção e não deve afastar-se. Adicione o arroz à cebola, mexa bem para envolver no azeite e deixe que fite um pouco, mexa sempre, para não pegar no fundo da panela. Após 3 minutos diminua o lume e acrescente o vinho branco continuando a mexer. Vai ferver alto e misturar-se com todos os ingredientes da panela. Ao sentir que o vinho está evaporando, comece a adicionar o caldo. Deite então a primeira concha de caldo quente e deixe que seja absorvida mexendo continuamente. Deite uma pitada de sal e pimenta de moinho. Agora irá acrescentando caldo, consoante ele seja absorvido. A meio da cozedura ( 10 minutos) deite os míscaros ripados e mais uma pitada de sal. Ao mexer verifique se não há arroz colado ao fundo do tacho e vá acrescentando mais caldo, mas de forma a que não fique empapado. Este processo deve demorar perto de 20 minutos. Experimente o arroz de tempos a tempos até que ele esteja no ponto. Deve ficar "al dente", levemente húmido, mas sem muito caldo. Verifique o sal, adicione o queijo parmesão e envolva bem no arroz.
Retire a panela do fogo e adicione a manteiga, deixe que derreta, envolva suavemente, tapa a panela e aguarde 3 a 4 minutos antes de servir.
As nozes e o tomilho, foram adicionadas no prato e a gosto de cada pessoa.








18 de janeiro de 2017

Rabanadas Douradas ou Fidalgas





As pausas que fiz, ultimamente aqui no blog, foram quase um compasso de espera para as várias etapas que surgiram nos últimos meses. Boas, menos boas foram de tudo um pouco. Mas verificar que os meus seguidores sempre me acompanharam da mesma forma, é uma felicidade imensa. E assim que possível, e com muito animo, voltarei com os meus... Saberes com Sabores !!




Para a ceia de Natal só fiz Sonhos e estas Rabanadas de sonho...
Aproveitei as fotos que tiraram para vos deixar com água na boca.

Esta é uma receita que tem andado um pouco esquecida mas de imparável sabor, para mim... É mais uma relíquia da doçaria conventual que merece honras de estar presente à nossa mesa.
Muito simples de preparar e com a vantagem de não ser frita no óleo. A calda poderá ficar ao critério do nosso paladar, com, ou sem: pau de canela, casca de limão, vinho do Porto ou Madeira...

Ingredientes

- 10 fatias de pão, que seja de miolo bem compacto
- 500 ml de água
- 370 g de açúcar + 60g (3 colheres de sopa)
- 500 ml de leite
- 10 gemas + 2 claras
-  25 g de manteiga (1 colher de sopa)
- 1 calice de vinho do porto
- 1 limão
- 4 paus de canela

Preparação

- Leva-se o leite ao lume com a manteiga, e 60g de açúcar, 2 paus de canela, 2 cascas de limão e uma pitada de sal. Deixa-se ferver 5 minutos (deixei amornar e voltei a aquecer, assim desta forma, os aromas intensificaram-se).
- Passam-se as fatias por este leite e dispõem-se numa travessa ou sobre uma toalha para absorver o leite (eu coloquei em travessa).
- Noutro recipiente largo e baixo, leva-se o restante açúcar ao lume com a água, 2 paus de canela e duas cascas de limão. Deixa-se ferver 10 minutos.
- Entretanto batem-se muito bem as gemas com as 2 claras. Em vez de passar as fatia pelas gemas, deixei-as repousar (e virando-as) nessa mistura enquanto as ia cozinhando na calde açúcar. Introduzem-se duas a duas na calda do açúcar a ferver, e deixam-se cozer, primeiro de um lado e depois do outro (deixei cozinhar 2 minutos de cada lado).
- Entre a cozedura de cada par de rabanadas, adiciona-se um cálice de água. Adicionei o vinho do porto à calda quente, mas deixei que amorna-se bem e só depois reguei as fatias.

Na receita original polvilha-se com canela antes de colocar a calda, mas para agradar a todos os paladares... cada um a colocou a seu gosto !!!
Fiz ainda umas pequeníssimas alterações que achei por bem.

Em, *Cozinha tradicional Portuguesa* de Maria de Lurdes Modesto




Desejo para todos, que o ano 2017 seja de paz e prosperidade !!

27 de outubro de 2016

Bolo com Chantily e Morangos {para o 6º aniversário do blog}




Mais um ano... e o blog ganhou pernas para andar !!!
Seis anos de aventura, alegria e descoberta, só possível... com a generosidade de todos vós, que sempre presentes, me acarinharam com palavras de apreço.
Cada seguidor que ganhamos é um incentivo... e também, um acréscimo de responsabilidade.
Teria muito para dizer... mas por hora, o tempo não mo permite. Mas, uma vez mais, ficarei sempre grata a todos aqueles que dedicam seu tempo a visitar...
- Os meus Saberes com Sabores !!


É uma receita simples, ótima, e muito fácil de preparar.

Ingredientes
Para uma forma retangular de 30x20cm. mas, para este bolo, repetir-se-à a quantidade de ingredientes
 - 5 ovos
- 5 colheres de sopa de açúcar [110gr]
- 5 colheres de sopa de farinha [65gr]
- 1 colher de chá (rasa) de fermento em pó
- 2 pacotes de nata fresca, Longa Vida
- Morangos, a gosto
- Papel vegetal para forrar o fundo da forma

Forma untada, forrada com papel vegetal e levemente polvilhada de farinha

Para o gnache (cobertura)
1 tablete de chocolate, do Dia (mini preço)
3/4 do pacote de nata Parmalate
- Gosto de utilizar estas duas variantes e, o resultado é excelênte.

Leve a nata ao lume ou micro ondas, até quase ferver. Retire do calor acrescente o chocolate partido em pedaços muito pequenos e deixe descansar 10 minutos. Mexa bem e deixe arrefecer.

Preparação

- Preaqueça o forno a 180ºC 
Bata as gemas com o açúcar até ficar uma gemada cremosa. Acrescente a farinha com o fermento envolvendo, e no final adicione suavemente as claras batidas em castelo. 
Deite metade da massa no tabuleiro e alise. Leve ao forno por 7 a 8 minutos, retire assim que a  massa ao toque dos dedos, esteja ligeiramente firme sem se encontrar seca. Desenforme, prepare o tabuleiro e leve a restante massa ao forno. 
Deixe arrefecer bem as duas bases do bolo, prepare os morangos e bata as natas em chantily. 
Coloque uma base de massa no prato ou tabuleiro e deite uma porção de chantily. Espalhe bem e decore com metades de morangos. Coloque sobre estes, a segunda camada de bolo, cubra com chantily e espalhe bem com uma espátula. Termine cobrindo com a gnache e decore com os morangos. O bolo deve ser refrescado.