27 de outubro de 2016

Bolo com Chantily e Morangos {para o 6º aniversário do blog}




Mais um ano... e o blog ganhou pernas para andar !!!
Seis anos de aventura, alegria e descoberta, só possível... com a generosidade de todos vós, que sempre presentes, me acarinharam com palavras de apreço.
Cada seguidor que ganhamos é um incentivo... e também, um acréscimo de responsabilidade.
Teria muito para dizer... mas por hora, o tempo não mo permite. Mas, uma vez mais, ficarei sempre grata a todos aqueles que dedicam seu tempo a visitar...
- Os meus Saberes com Sabores !!

 
É uma receita simples, ótima, e muito fácil de preparar.

Ingredientes

Para uma forma retangular de 30x20cm. mas, para este bolo repetir-se-à as quantidades de ingredientes
 - 5 ovos
- 5 colheres de sopa de açúcar [110gr]
- 5 colheres de sopa de farinha [65gr]
- 1 colher de chá (rasa) de fermento em pó
- 2 pacotes de nata fresca, Longa Vida
- Morangos, a gosto
- Papel vegetal para forrar o fundo da forma

Forma untada, forrada com papel vegetal e levemente polvilhada de farinha

Para o gnache (cobertura)
1 tablete de chocolate, do Dia (mini preço)
3/4 do pacote de nata Parmalate
- Eu gosto de utilizar estas duas variantes e o resultado é excelênte.

Leve a nata ao lume ou micro ondas, até quase ferver. Retire do calor acrescente o chocolate partido em pedaços muito pequenos e deixe descansar 10 minutos. Mexa bem e deixe arrefecer.

Preparação

- Preaqueça o forno a 180ºC 
Bata as gemas com o açúcar até ficar uma gemada cremosa. Acrescente a farinha com o fermento envolvendo, e no final adicione suavemente as claras batidas em castelo. 
Deite metade da massa no tabuleiro e alise. Leve ao forno por 7 a 8 minutos, retire assim que a  massa ao toque dos dedos, esteja ligeiramente firme sem se encontrar seca. Desenforme, prepare o tabuleiro e leve a restante massa ao forno. 
Deixe arrefecer bem as duas bases do bolo, prepare os morangos e bata as natas em chantily. 
Coloque uma base de massa no prato ou tabuleiro e deite uma porção de chantily. Espalhe bem e decore com metades de morangos. Coloque sobre estes, a segunda camada de bolo, cubra com chantily e espalhe bem com uma espátula. Termine cobrindo com a gnache e decore com os morangos. O bolo deve ser refrescado. 






20 de outubro de 2016

Bolo da Bolacha Maria {é tradicional e é nosso}






Gosto do Outono... 
A brisa suave... da mudança de temperatura e o colorido da folhagem... proporciona  uma nostalgia que me absorve docemente. Encurta-se a claridade diurna... tornando-se os serões mais longos... e, suscitam devaneios !!!
E num desses serões... despertou-me a gulodice, dum bolo de boas recordações. O bolo de Bolacha Maria. 




Era um bolo divertido, e não necessitando de forno era ótimo para preparar com crianças.
Começavam-mos por colocar todos os ingredientes sobre a mesa (que não eram muitos) aguardando que a batedeira cumprisse a sua função e nos oferece-se aquele creme...  doce e macio (adicionava sempre chocolate em pó). Com o ar perfumado de café, começávamos a construir as camadas de bolachas e creme... a meia altura do bolo, já o prato do café era uma papa de bolacha molhadas em demasia, e o restante, escorria entre as bolachas e o creme de chocolate... parecido com uma Torre de Babel... mas delicioso. Terminávamos lambuzados, mas divertidos.
Mudam-se os tempos... mudam-se vontades... e as minhas netas não gostam do Bolo de Bolacha Maria ,com chocolate!!
Alterei um pouco a receita e o bolo ficou delicioso, mantendo a manteiga como a tradição assim o exige.




Ingredientes

200gr de manteiga
200gr de açúcar em pó
250ml de café, forte e sem açúcar
1 clara de oco
1 colher de sobremesa de sumo de limão
300 a 350gr de bolacha maria, inteiras

Preparação

- Bater a manteiga à temperatura ambiente com o açucar até ficar em creme, junte a clara e bata novamente até obter um creme fofo. Adicione o sumo de limão e envolva bem.
- Escolha o formato que desejar para formar o desenho do bolo e comece a preparação.
- Não molhe, a primeira camada de bolacha, mas coloque um pouco de creme sob cada uma para aderirem ao prato e facilitar a colocação das camadas seguintes. Sobre as bolachas espalhe a primeira camada de creme.
- Molhe as bolachas no café morno e retira de imediato, espalhe nova camada de creme e, de camada em camada, terminará... sendo a ultima de creme.
- Termine, polvilhe a superfície de bolo com bolacha esfarelada.









16 de outubro de 2016

Bolo de Cenoura e Farinha de Arroz {sem glúten e sem lacotese}





Como já o mencionei várias vezes: adoro contrariar as rotinas, mas, dá trabalho... Há que ser persistente, usar a criatividade, e... ignorar censuras e avaliações. Somos adultos, e como tal, gastamos os "créditos" que possuímos, a nosso belo prazer!!

Amo fazer piqueniques. Salvo raras exceções, opto por não estar num recinto fechado rodeada de quem não conheço e sem saber se vou gostar da escolha que fiz. 
... e ir à praia no inverno: sentir os salpicos das ondas, brincar na areia com os meus cães que depois entravam na água contra a nossa vontade, mas quando saiam, era bem pertinho de nós que gostavam de se sacudir...
Tive uma cadela que a primeira vez que a levamos à praia e lhe mandámos um tronco para ela ir buscar na água, ela foi, e sem medo nadou mar adentro... fazer com que ela voltasse, para a praia, foi um filme. 

Depois de tantos momentos vividos e onde encontrámos a satisfação de ter lutado pelo que se sonhou... Voltamos a renovar outra aventura...  estou a mudar de residência!!! É a 6ª experiência, mas, em localidades e Continente, diferentes.
Como o apartamento necessitou de alguns restauros, era com curiosidade que acompanhava-mos as obras, e, curiosamente conclui, que me sentia como se fosse a primeira nova morada.

No terraço, as floreiras com a terra para os aromáticos já esperam pelas sementes, e ainda, no grande canteiro junto à garagem estava instalada uma terrível planta com raiz de bolbos. Ramificou-se em centenas e de e de todos os tamanhos, as maiores como pequenas batatas e as menores como cabeça de fósforo. Revolvi toda a terra por duas vezes, porque com o início das chuva começaram a aparecer pequenas folhas verdes e que provinham dessas raízes, e enquanto isso, nada posso plantar até exterminar as ocupantes do canteiro...




Ingredientes
Preaqueça o forno a 170º C

3 ovos
200 g cenoura ralada
125 ml de nata sem lactose
200 g de açúcar
180 g de farinha de arroz, (não tem glúten)
1 colher de sobremesa (rasa) de fermento em pó

Preparação

Deite no liquidificador a cenora, a nata e os ovos. Bata para ficar em creme. Numa tigela separada deite o çúcar e a farinha do arroz, junte o creme do liquidificador, o fermento e bata na batedeira 4 a 5 minutos.
Leve ao forno e em forma untada por 35 a 45 minutos, ou até ficar douradinho.




Este é um bolo muito simples. Como usei farinha de arroz eliminei o glúten (da farinha de trigo) e ficou muito agradável. Espero que gostem...


Depois de desenformado pode usar a cobertura que mais gostar.




Bom Apetite!!

1 de junho de 2016

Uma Pausa...







Vão fazer uma pausa... Por motivos pessoais e prementes!

Não posso prever o espaço de tempo que estarei ausente, mas tudo farei para que não se prolongue muito tempo.
Na volta, a todos visitarei, para provar as delícias que saem dessas cozinhas.

Um abraço e até breve!




26 de maio de 2016

Queijadinhas de Coco






 "Aromas e Sabores da Doçaria conventual"... com história !!

Cremosa e de pequeno tamanho, a queijadinha regional, faz também parte do nosso património gastronómico.




De Norte a Sul, as queijadas são muitas e especiais... por ora... ficamos com estas quatro, mas, com muita história...

Conta-nos... O Caminheiro de Sintra -Ter-se encontrado referencias às "Queijadas de Sintra" como fazendo parte de pagamento de foros, no ano de 1227 (Século XIII), quando reinava D Sancho II. O Capelo (podem-se consultar documentos arquivados na Torre do Tombo, que o atestam).

"Donas Amélias" são uma receita típica  da Ilha Terceira, tendo a sua origem em 1901, a quando da visita régia da rainha D. Amélia e do rei D. Carlos pela Ilha Terceira. Os habitantes da ilha ofereceram ao Rei e à Rainha como forma de agradecimento, as queijadas, atribuindo  assim o nome da Rainha aos doces, como forma de homenagem.
              
"Brisas do Lis" autenticas embaixadoras da gastronomia da cidade e região de Leiria. Estão associadas ao antigo Convento de Santana, hoje demolido, onde as religiosa se dedicavam ao seu fabrico. O segredo da receita deste doce conventual foi passado por uma freira a uma senhora muito devota e sua amiga, proprietária do café Colonial. Este café ainda hoje existe, sendo o mais antigo e conhecido da cidade. O fabrico das Brisas de Lis foi-se espalhando pelas pastelarias de Leiria sendo muito procuradas não só por quem a visita mas também pelos seus habitantes.

"Queijada de Pereira"  é um doce tradicional da freguesia de Pereira, concelho e Montemor-o-Velho. Fazendo parte da memória coletiva deste lugar desde tempos remotos e sendo referenciada no Foral Manuelino de 1513. O seu modo de fabrico artesanal tem sido transmitido através das gerações, e executado apenas por mulheres...
A divulgação e preservação deste doce a cargo por gentes de Pereira, que à quase duas décadas tem vindo a organizar a festa da queijada acarinhando assim, as tradições.




As queijadinhas que trago hoje são atuais ( falam por si, os ingredientes) mas também deliciosas. Acredito que vão gostar !!

Ingredientes
1 lata de leite condensado
1 pacote de 200 ml, nata (de bater)
180 gr de coco ralado
5 ovos pequenos
1 lima, pequena
1 colher de chá de fermento em pó (cheia)

Preparação
Pré aqueça o forno a 190ºC.

Na taça da batedeira, junte os ovos, o leite condensado, a nata, e bata em velocidade média por 1 minuto, termine, adicionando a raspa da lima. 
Acrescente o coco e o fermento em pó, bata por mais 30 segundos... e a massa está pronta a utilizar.
Utilize formas de silicone, ou então: unte e polvilhe as forminhas tradicionais.
Pode colocar diretemente nas forminhas de papel, mas a massa tende a  agarrar.

Cinco minutos após colocar o tabuleiro no forno, reduza a temperatura para 170ºC. O tempo de cozedura, varia mediante os fornos. O meu, é muito forte e tenho de a reduzir sempre um pouco. Pelo aspeto e pela cor vá verificando a cozedura +/- 20 minutos.
Para que as suas queijadinhas fiquem douradas e cremosas, a temperatura tem que ser elevada, mas controle a temperatura.








Bom fim de semana para todos vós !!

20 de maio de 2016

Donauwelle Cake {Bolo Ondas do Danúbio}





Para a 4ª edição do Sweet World,  as amigas, Lia { Lemon & Vanilla} e Susana {Basta Cheio} desafiou-nos para criarmos um Bolo Donauwelle.
Bolo de origem Alemã e Austríaco, o Donauwelle Cake, deve o seu nome ao rio Danúbio, que atravessa ambos os países e às suas águas turbulentas.
É um bolo composto de várias camadas, e recheado de cerejas amargas, as quais conhecemos, como a "ginja" das quais se faz a tradicional ginjinha.
E por falar em ginjinha... não podia deixar de vos mostrar uma verdadeira ginginha !!
Esteve perto de 10 anos guardada num garrafão muito original... sem a caspa de plástico, de vidro muito escuro e, com uma pega ternurenta, de tão original.
E por aqui me fico... porque o resto... falaremos na publicação... como fazer Ginjinha !!







Ingredientes
- Bolo:

3 ovos
140g de açúcar
1 colher de chá, de essencia de baunilha
100ml de óleo vegetal
150ml de leite + 1 colher de sopa
230g de farinha com fermento
2 colheres de chá de cacau em pó
400 de cereja em calda

Preparação

Escorrer as cerejas meia hora antes. Depois de bem escorridas polvilhá-las com um pouco de farinha e envolver ( para não caírem no fundo durante a cozedura). Untar uma forma quadrada com 21x21cm ou (20x20cm) e forrar com papel vegetal.
Bater os ovos com a baunilha durante 10 minutos até obter um creme esbranquiçado e volumoso.
Juntar o óleo e bater até ficar integrado.
Por fim juntar o leite alternadamente com a farinha. peneirada e envolver delicadamente, até ficar homogéneo.
Colocar um terço da massa numa taça, juntar o cacau e uma colher de sopa de leite. Reservar.
Deitar a massa branca na forma e alisar bem.
Por cima espalhar com cuidado a massa de cacau de forma a cobrir a branca sem misturar as mesmas.
Espalhar as cerejas por cima e pressionar uma a uma ligeiramente.
Levar ao forno pré-aquecido a 180ºC durante 35 minutos, ou até o palito sair seco.
Desenforme e deixe arrefecer completamente sobre uma grelha.
Ingredientes
- Para a calda:

175ml de água
2 colheres de sopa de rum (ou ginjinha)
1 colher de sopa de açúcar

Preparação

Misture a água, o rum, o açúcar numa tacinha e misture até dissolver.

Ingredientes
- Para o creme mousseline:

250ml de leite
1 colher de chá de essência de baunilha
100g de açúcar
1 ovo + 1 gema
55g de maizena
140g de manteiga, à temperatura ambiente

Colocar o leite e a baunilha num tachinho e levar ao lume até levantar fervura,
Bater o ovo + gema com o restante açúcar, juntar a maizena e bater mais um pouco.
Por fim juntar um pouco do leite bem quente e mexer bem.
Juntar o leite restante e levar ao lume para engrossar, mexendo sem parar com uma vara de arames, durante 3 minuto até a Maizena estar cozida, a mistura estar bem espessa e começar a ferver.
Transferir a mistura para uma taça e cobrir com película aderente. Deixar arrefecer completamente.
Depois de fria, colocar a mistura na taça da batedeira e bater, juntando a manteiga um bocadinho de cada vez até obter um creme macio, leve e fofo.

Ingredientes
- Cobertura

100g de chocolate de culinária
50ml de leite
1 colher de sopa de manteiga

Preparação

Colocar todos os ingredientes e levar a derreter (levei ao micro ondas). Misturar até ficar homogéneo. Reservar.

Para finalizar e montar o bolo.

Colocar o bolo arrefecido de volta na forma.
Pincelar toda a superfície com a calda (usei ginjinha).
Cobrir o bolo com o creme mousseline, alisando bem a superfície com uma espátula.
Por cima deste espalhar o chocolate derretido e arrefecido, alisar e depois passar com os dentes do garfo, por forma a criar o aspeto ondulado.
Colocar a forma por umas horas no frigorífico, até as camadas ficarem firmes, ou de preferência, de um dia para o outro. Na altura de servir desenforme o bolo e cortar em quadrados 










O comentário de uma carinhosa seguidora,  foi muito oportuno  ao referir-se às ondas do "Danúbio".
É que este bonito ondular, é feito com um utensílio acrílico, para o efeito. Compra-se nas casa de material de hotelaria. Deixo a foto, para verem o meu que é muito simples. Possivelmente já haverá outros mais sofisticados !!







12 de maio de 2016

Cabrito Assado com Alho Francês





Como já não trago assados há algum tempo, hoje escolhi... uma das das tradições da nossa astronomia portuguesa. E durante décadas fui fiel ao tempero tradicional. 
Mas, mudam-se os tempos, e mudam-se as vontades... e assim fui alterando, experimentando, e presentemente é esta a receita que utilizo e que faz sucesso.




Gostamos muito da carne de cabrito, seja qual a forma de a preparar. Mas, a assado no forno é a eleita.
Anteriormente temperava-o da forma mais tradicional, onde o colorau, vinho branco e banha, eram os protagonistas principais do tempero.
Presentemente não utilizo colorau, e vinho, só não existindo alternativa.
O colorau, substituí por pimento vermelho fresco (aqui não utilizo a conserva de pimento) e o vinho, por vinagre balsâmico biológico (ou outro, mas de muito boa qualidade). A banha é também substituída por azeite. O alho francês liga na perfeição com a carne de cabrito e é um aliado de valor.
Este cabrito que usei pesava 8 kg. Para assar escolho a pá e a perna, e ainda posso usar também a costela inteira sem cortes, para não secar. 
O Tomilho seco tem um aroma forte, convém usar com moderação na cozedura. Após retirar do forno e ainda em quente pode "abusar"...

   

Ingredientes para:

2 kg de carne
2 alhos franceses médios (só a parte branca), cortado ao meio, no sentido do comprimento
1/2 pimento vermelho, médio
6 destes de alho, grandes
4 folhas de louro
2 dl de azeite
3 colheres de sopa de vinagre balsâmico, Biológico, do El Corte Inglés
3 dl de caldo de carne 
7 a 8 pés de salsa, grandes
4 malaguetas, vermelhas e verdes
Tomilho seco
sal q. b.
Salsa para salpicar na travessa

Pão de mistura para acompanhar

Preparação

Pré aqueça o forno a 170ºC.
Prepare as peças de carne que vai assar ou peça que o talhante as prepare. A carne deve estar bem refrigerada quando a temperar, e se necessário, seque com um pano para o tempero aderir bem à carne.
Eu coloco no copo da varinha mágica, porque são poucas as quantidades, os alhos, o pimento em pequenos pedaços, o sal, o vinagre balsâmico, o azeite e trituro até obter uma pasta cremosa. 
Na assadeira que vai levar ao forno, coloque no fundo a salsa, o louro, a carne e tempere com o preparado que triturou. Disponha na forma e rodeia em volta e a meio com os pedaços de alho francês as malaguetas abertas ao comprido e louro. Salpique com o tomilho seco e reserve no frio 4 a 5 horas ,tapado com folha de alumínio.
Retire do frio 1 a 1,30 horas, antes de levar ao forno. 
Vamos falar do caldo de carne. Se já o tiver preparado, ótimo. Caso contrário, pode optar por caldo instantâneo (knorr ou outro). Dissolva o caldo em pouca água quente e adicione, pedaços de salsa, 2 folhas de louro partidas e 1 alho esmagado com casca. Acrescente a restante água, mas fria e reserve.
Coloque a carne no forno e deixe alourar lentamente. Regue com um pouco de caldo de carne e vire a carne para alourar igualmente do lado oposto. De meia em meia hora regue a carne com uma pequena concha  de caldo e seguidamente com a calda da assadeira. Se estiver a alourar em demasia cubra com a folha de alumínio.
A função do caldo de carne ser frio, é para provocar um arrefecimento na carne e não ser tão prejudicial para a nossa saúde. Os assados que não ultrapassem os 160 a 170ºC são mais saudáveis.
  



O cabrito assado deve ser sempre acompanhado de um bom pão de mistura. Seria uma falta imperdoável a sua ausência :)




Estas batatas douradas, são da receita das Batatas da Avó.

Gosto de juntar também algumas Echalotes, mas como não tinha, usei mesmo cebolinha nova e pequena.





 Preparação e conserva de malagueta.